Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2011 - A Vale S.A. (Vale) informa que o Conselho de Administração aprovou o pagamento de remuneração adicional aos acionistas da Vale, no valor de R$ 4.854.900.000,00 (US$ 3 bilhões), correspondente a R$ 0,933403176 (US$ 0,576780063) por ação em circulação, sob a forma de dividendos.
A decisão do Conselho de Administração, juntamente com outras tomadas até agora, implica em retorno de volume recorde de caixa aos acionistas em 2011, compreendendo o pagamento de dividendos/juros sobre o capital próprio e recompra de ações, o que demonstra o compromisso da Vale com a otimização da alocação do capital.
A forte geração de caixa da Vale e suas perspectivas de desempenho permitem o financiamento das oportunidades de crescimento e o retorno de capital aos acionistas simultaneamente à manutenção de um balanço saudável, contribuindo para a criação de valor para os acionistas.
O pagamento será efetuado de acordo com os termos a seguir:
1. Distribuição de R$ 4.854.900.000,00, correspondente a R$ 0,933403176 por ação ordinária ou preferencial em circulação, com base no número de ações em 11 de agosto de 2011 (5.201.289.353), sob a forma de dividendos.
Os valores em reais foram obtidos mediante a conversão dos valores em dólares norte-americanos pela taxa de câmbio de venda do dólar norte–americano (Ptax – opção 5) informada pelo Banco Central do Brasil no dia 10 de agosto de 2011, de R$ 1,6183 por dólar norte-americano, conforme os procedimentos anunciados publicamente em 28 de julho de 2011.
2. O pagamento será efetuado a partir do dia 26 de agosto de 2011. Os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) e Hong Kong Depositary Receipts (HDRs) receberão o pagamento através do JP Morgan, agente depositário, em 2 e 5 de setembro de 2011, respectivamente.
3. Todos os investidores que possuírem ações da Vale nas record dates terão direito ao recebimento da remuneração ao acionista. A record date para as ações de emissão da Vale negociadas na BM&F Bovespa é o dia 11 de agosto de 2011. A record date para os ADRs de emissão da Vale negociados na New York Stock Exchange
– NYSE e na Euronext Paris é o dia 16 de agosto de 2011, e para os HDRs de emissão da Vale negociados na Hong Kong Stock Exchange (HKEx) será o encerramento dos negócios em Hong Kong do dia 16 de agosto de 2011.
4. As ações da Vale serão negociadas ex-dividendos na BM&F Bovespa, NYSE e Euronext Paris a partir de 12 de agosto de 2011, e na HKEx a partir de 15 de agosto de 2011.
Vale Investir
Os investidores detentores de ações da Vale que desejarem reaplicar automaticamente a remuneração ao acionista em ações da Vale poderão aderir ao programa Vale Investir, entrando em contato com os bancos credenciados para a realização dessa operação (Banco Bradesco e Banco do Brasil).
Observações do Fontes:
O valor creditado hoje foi de R$ 0,93 por ação, confira no financeiro de sua conta na sua corretora.
Não esqueça de reaplicar os proventos recebidos em novas ações, o juro composto fará um quase milagre pela sua carteira de ações no longo prazo.
Boa Sorte!
Fontes.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
ADR American Depositary Receipts.
Em português: Recibo de depósitos americanos.
São recibos de empresas estrangeiras negociados na bolsa de New York (NYSE).
Os ADrs são recibos e podem representar mais de uma ação da empresa, não é como ações negociadas na Bovespa que cada código diz respeito a apenas uma ação.
Os ADrs têm cotação em dólar americano, o investidor que pretende investir em empresas brasileiras na bolsa de NY (NYSE) pode fazê-lo, mas deve ficar atento ao risco do câmbio Real/dólar.
Várias empresas brasileiras possuem ADRs sendo negociados na Nyse, colocarei como exemplo apenas 4 empresas abaixo.
Ambev tem o código na Bovespa AMBV4 e o código do ADR é ABV.
Bradesco tem o código na Bovespa BBDC4 e o código do ADR é BBD.
Gerdau tem o código na Bovespa GGBR4 e o código do ADR é GGB.
Telemar tem o código na Bovespa TNLP4 e o código do ADR é TNE.
Boa Sorte!
Fontes.
São recibos de empresas estrangeiras negociados na bolsa de New York (NYSE).
Os ADrs são recibos e podem representar mais de uma ação da empresa, não é como ações negociadas na Bovespa que cada código diz respeito a apenas uma ação.
Os ADrs têm cotação em dólar americano, o investidor que pretende investir em empresas brasileiras na bolsa de NY (NYSE) pode fazê-lo, mas deve ficar atento ao risco do câmbio Real/dólar.
Várias empresas brasileiras possuem ADRs sendo negociados na Nyse, colocarei como exemplo apenas 4 empresas abaixo.
Ambev tem o código na Bovespa AMBV4 e o código do ADR é ABV.
Bradesco tem o código na Bovespa BBDC4 e o código do ADR é BBD.
Gerdau tem o código na Bovespa GGBR4 e o código do ADR é GGB.
Telemar tem o código na Bovespa TNLP4 e o código do ADR é TNE.
Boa Sorte!
Fontes.
Acumulação e distribuição.
No mercado de ações, os analistas gráficos ou analistas técnicos aos observarem seus gráficos costumam ver várias situações que podem ajudar na tomada de decisões de curto prazo.
Vou tratar nesse pequeno texto sobre acumulação e distribuição.
Acumulação e distribuição são lateralizações do mercado.
Na acumulação notamos que os volumes sobem nos repiques de alta, e o volume cai nos dias de baixa.
Nos dias de queda os investidores ou acionistas não acreditam que a queda seja duradoura, mantendo suas posições compradas, quando aparece um dia de alta, entram comprando novamente, dando força a alta.
A distribuição é justamente o contrário.
Na distribuição nota-se uma queda nos volumes nos repiques de alta, e temos aumento do volume nos dias de baixa.
Nos dias de alta os investidores não acreditam que a alta seja duradoura, não entram comprando, anulando em parte a força de alta.
Nos dias de queda, ficam mais assustados e desfazem de suas posições compradas, validando ainda mais a queda.
Como quase tudo na vida, na teoria é super simples, mas na pratica não é tão simples assim, exigindo do operador muita atenção, porém várias observações nos dias de mercado lateral irão trazer clareza ao operador.
Boa sorte!
Fontes.
Vou tratar nesse pequeno texto sobre acumulação e distribuição.
Acumulação e distribuição são lateralizações do mercado.
Na acumulação notamos que os volumes sobem nos repiques de alta, e o volume cai nos dias de baixa.
Nos dias de queda os investidores ou acionistas não acreditam que a queda seja duradoura, mantendo suas posições compradas, quando aparece um dia de alta, entram comprando novamente, dando força a alta.
A distribuição é justamente o contrário.
Na distribuição nota-se uma queda nos volumes nos repiques de alta, e temos aumento do volume nos dias de baixa.
Nos dias de alta os investidores não acreditam que a alta seja duradoura, não entram comprando, anulando em parte a força de alta.
Nos dias de queda, ficam mais assustados e desfazem de suas posições compradas, validando ainda mais a queda.
Como quase tudo na vida, na teoria é super simples, mas na pratica não é tão simples assim, exigindo do operador muita atenção, porém várias observações nos dias de mercado lateral irão trazer clareza ao operador.
Boa sorte!
Fontes.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Proventos do Banco do Brasil BBAS3
Atenção investidores e acionistas do Banco do Brasil.
(19/08) - RBANCO DO BRASIL (BBAS - NM) - Juros sobre Capital Proprio e
Dividendos do 2o Trimestre de 2011
DRI: Ivan de Souza Monteiro
Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:
"Em complemento ao Aviso aos Acionistas de 09.08.2011, informamos os valores
atualizados pela taxa Selic dos dividendos e dos juros sobre capital proprio ate
26.08.2011 (data do pagamento):
Valor dos Rendimentos Atualizados
Acoes BB - ON Valor Nominal (R$) Valor Atualizado Valor Atualizado
ate 18.08.2011 ate 26.08.2011
JCP por acao 0,25751463128 0.26170136422 0,26243185672
Dividendos por acao 0,20810146524 0.21148482740 0,21207514943
Rendimentos Totais 0,46561609652 0.47318619162 0,47450700615
Brasilia (DF), 19 de agosto de 2011."
Observações do Fontes:
O pagamento entra dia 26/08/2011 e já estará corrigido pela Selic.
Não esqueça de reaplicar os proventos comprando novas ações.
Deixe o trabalho pesado ser feito pelo juro composto, esse sim turbinará sua carteira no longo prazo.
Boa sorte!
Fontes.
(19/08) - RBANCO DO BRASIL (BBAS - NM) - Juros sobre Capital Proprio e
Dividendos do 2o Trimestre de 2011
DRI: Ivan de Souza Monteiro
Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:
"Em complemento ao Aviso aos Acionistas de 09.08.2011, informamos os valores
atualizados pela taxa Selic dos dividendos e dos juros sobre capital proprio ate
26.08.2011 (data do pagamento):
Valor dos Rendimentos Atualizados
Acoes BB - ON Valor Nominal (R$) Valor Atualizado Valor Atualizado
ate 18.08.2011 ate 26.08.2011
JCP por acao 0,25751463128 0.26170136422 0,26243185672
Dividendos por acao 0,20810146524 0.21148482740 0,21207514943
Rendimentos Totais 0,46561609652 0.47318619162 0,47450700615
Brasilia (DF), 19 de agosto de 2011."
Observações do Fontes:
O pagamento entra dia 26/08/2011 e já estará corrigido pela Selic.
Não esqueça de reaplicar os proventos comprando novas ações.
Deixe o trabalho pesado ser feito pelo juro composto, esse sim turbinará sua carteira no longo prazo.
Boa sorte!
Fontes.
domingo, 14 de agosto de 2011
O que são Proventos?
Os investidores que compram ações na bolsa de valores viram proprietários de uma pequena parte da empresa, sendo assim, se em determinado balanço a empresa apresentou lucro esse investidor tem direito a receber uma parcela desse lucro.
A parcela distribuída desse lucro varia de empresa para empresa, mas geralmente as empresas de capital aberto devem distribuir no mínimo 25% do lucro para os acionistas.
Empresas em fase de crescimento distribuem menos lucros aos acionistas, pois preferem reter grande parte desses lucros para reinvestirem na operacionalidade da empresa e assim gerarem mais lucros no futuro.
Empresas em fase de maturação tendem a distribuírem mais lucros aos acionistas, pois não necessitam reter esses lucros para reinvestir.
Essa parte de lucro será distribuída ao acionista de forma proporcional a quantidade de ações que o investidor possua em custódia.
Os proventos podem ser de dois tipos:
- Dividendos: Esse provento entra na conta do investidor sem a retenção de Imposto de renda.
- Juro sobre capital próprio (JSCP): Esse provento entra na conta do investidor depois de sofrer retenção de 15% de Imposto de renda na fonte.
Lembrando que o recebimento de proventos pelo acionista não tem nada a ver com a valorização ou queda nas cotações de suas ações no mercado de bolsa.
O investidor recebe os proventos caso a empresa apresente lucro nos seus balanços e ainda pode obter uma valorização em suas ações, caso o setor em que sua empresa está inserida esteja sendo procurado por novos investidores.
É recomendável que o investidor ou acionista reaplique os proventos recebidos em novas ações, assim ele terá o beneficio do efeito do juro sobre juro em seus investimentos, no longo prazo esse efeito é responsável por uma boa parte da valorização de sua carteira de ações.
Boa Sorte!
Fontes.
A parcela distribuída desse lucro varia de empresa para empresa, mas geralmente as empresas de capital aberto devem distribuir no mínimo 25% do lucro para os acionistas.
Empresas em fase de crescimento distribuem menos lucros aos acionistas, pois preferem reter grande parte desses lucros para reinvestirem na operacionalidade da empresa e assim gerarem mais lucros no futuro.
Empresas em fase de maturação tendem a distribuírem mais lucros aos acionistas, pois não necessitam reter esses lucros para reinvestir.
Essa parte de lucro será distribuída ao acionista de forma proporcional a quantidade de ações que o investidor possua em custódia.
Os proventos podem ser de dois tipos:
- Dividendos: Esse provento entra na conta do investidor sem a retenção de Imposto de renda.
- Juro sobre capital próprio (JSCP): Esse provento entra na conta do investidor depois de sofrer retenção de 15% de Imposto de renda na fonte.
Lembrando que o recebimento de proventos pelo acionista não tem nada a ver com a valorização ou queda nas cotações de suas ações no mercado de bolsa.
O investidor recebe os proventos caso a empresa apresente lucro nos seus balanços e ainda pode obter uma valorização em suas ações, caso o setor em que sua empresa está inserida esteja sendo procurado por novos investidores.
É recomendável que o investidor ou acionista reaplique os proventos recebidos em novas ações, assim ele terá o beneficio do efeito do juro sobre juro em seus investimentos, no longo prazo esse efeito é responsável por uma boa parte da valorização de sua carteira de ações.
Boa Sorte!
Fontes.
domingo, 15 de maio de 2011
Exemplo de operação envolvendo ação e derivativo.
Poucos investidores sabem que existem operações em bolsa de valores com prazos, taxas e proteções com intervalos de perdas e ganhos definidos previamente.
Claro que estamos falando de Renda variável e assim nada é 100% garantido, mas o investidor pode fazer várias contas e ponderar sua decisão de uma forma digamos bem racional.
Colocarei um exemplo de operação real com os preços de fechamento de sexta feira 13/05/2011, deixarei os custos operacionais (corretagens, emolumentos e impostos) fora nesse exemplo para facilitar o entendimento do leitor e não tornar o texto cansativo.
A ação Petr4 (Petrobrás) fechou a R$ 23,54
A opção PetrF24 (Derivativo) fechou a R$ 0,90
O Strike (Preço de exercício da opção) da PetrF24 é R$ 23,58.
O valor inicialmente dessa PetrF24 era R$ 24,00, mas depois de sua criação como a empresa Petrobrás pagou proventos (dividendos e ou JSCP) da ordem de R$ 0,42 foi descontado dos R$ 24,00 ficando agora o Strike no valor de R$ 23,58.
A série F das opções tem vencimento no dia 20/06/2011, ou seja, após 38 dias corridos do dia que estamos analisando os preços dos ativos e derivativos que é 13/05/2011.
Quando o investidor vende a opção PetrF24 ele está assinando um contrato que se a cotação de suas ações Petr4 (Petrobrás) superar o valor do Strike R$ 23,58 ele será obrigado a entregar suas ações ao valor do Strike, deixando de lucrar o que está acima disso.
Vamos ao exemplo agora:
A operação consiste em comprar a ação Petr4 a R$ 23,54 e vender a opção PetrF24 a R$ 0,90.
Na realidade o investidor desembolsará apenas R$ 22,64 (23,54 menos 0,90) e estará com suas ações compromissadas até o dia 20/06/2011.
Vamos imaginar que a ação da Petr4 no dia do vencimento da série F (20/06/2011) esteja valendo no mercado R$ 24,50 o nosso investidor será exercido no contrato e terá que entregá-la pelo valor do Strike da F24 que é R$ 23,58.
Nesse caso vamos calcular o lucro:
Pagou R$ 22,64 e venderá por R$ 23,58 lucrando 4,15% no período de 38 dias corridos (13/05/2011 a 20/06/2011) transformando essa taxa para o equivalente ao mês seria 3,26% o que corresponde a aproximadamente 4 meses de uma aplicação em renda fixa.
Sim, mas e se a cotação da Petr4 for para baixo o que acontecerá com nosso exemplo?
Vamos imaginar que a ação Petr4 no dia do vencimento esteja valendo apenas 23,00 ou 22,00 o nosso investidor não será exercido no contrato, continuará comprado a R$ 22,64 (23,54 menos os 0,90) ficará coma as ações na custódia para uma nova operação na série seguinte.
Risco a ser analisado:
Se o papel for pra cima e superar os R$ 23,58 o investidor já sabe quando vai ganhar, mas e se o papel for bem pra baixo?
Ele estará confortável em ficar comprado a R$ 22,64 vendo o papel a R$ 21,00 no mercado?
Essas perguntas só cabem ao investidor que está analisando a operação e devem ser todas respondidas antes da montagem da operação.
Algumas considerações sobre a Petrobrás (Petr4):
Em 13/05/2011 o VPA (Valor patrimonial da ação) estava no balanço a R$ 24,13, isso quer dizer que o papel no mercado de bolsa está sendo vendido abaixo do Valor patrimonial o que muitos analistas consideram um bom preço.
Tem um dado que alguns analistas fundamentalistas gostam de analisar que é o P/VPA Preço atual dividido pelo VPA se esse estiver menor que 1 a empresa está “teoricamente” barata, e em 13/05/2011 esse número era 0,98 e se o papel for a R$ 22,64 esse número seria ainda melhor R$ 0,94.
O investidor estaria “protegido” de uma queda no papel apenas até R$ 22,64 (23,54 menos 0,90) depois disso se a cotação do papel continuar a cair ele estaria sem nenhuma proteção, por isso cada operação deve ser muito bem ponderada antes da sua montagem.
Não fiz aqui uma recomendação de operação, apenas tentei mostrar a muitos investidores de renda fixa que existem algumas operações em bolsa de valores que ele pode ponderar riscos aceitáveis ou não antes de montar a operação.
Espero ter esclarecido um pouco aos amigos leitores.
Boa Sorte!
Fontes.
Claro que estamos falando de Renda variável e assim nada é 100% garantido, mas o investidor pode fazer várias contas e ponderar sua decisão de uma forma digamos bem racional.
Colocarei um exemplo de operação real com os preços de fechamento de sexta feira 13/05/2011, deixarei os custos operacionais (corretagens, emolumentos e impostos) fora nesse exemplo para facilitar o entendimento do leitor e não tornar o texto cansativo.
A ação Petr4 (Petrobrás) fechou a R$ 23,54
A opção PetrF24 (Derivativo) fechou a R$ 0,90
O Strike (Preço de exercício da opção) da PetrF24 é R$ 23,58.
O valor inicialmente dessa PetrF24 era R$ 24,00, mas depois de sua criação como a empresa Petrobrás pagou proventos (dividendos e ou JSCP) da ordem de R$ 0,42 foi descontado dos R$ 24,00 ficando agora o Strike no valor de R$ 23,58.
A série F das opções tem vencimento no dia 20/06/2011, ou seja, após 38 dias corridos do dia que estamos analisando os preços dos ativos e derivativos que é 13/05/2011.
Quando o investidor vende a opção PetrF24 ele está assinando um contrato que se a cotação de suas ações Petr4 (Petrobrás) superar o valor do Strike R$ 23,58 ele será obrigado a entregar suas ações ao valor do Strike, deixando de lucrar o que está acima disso.
Vamos ao exemplo agora:
A operação consiste em comprar a ação Petr4 a R$ 23,54 e vender a opção PetrF24 a R$ 0,90.
Na realidade o investidor desembolsará apenas R$ 22,64 (23,54 menos 0,90) e estará com suas ações compromissadas até o dia 20/06/2011.
Vamos imaginar que a ação da Petr4 no dia do vencimento da série F (20/06/2011) esteja valendo no mercado R$ 24,50 o nosso investidor será exercido no contrato e terá que entregá-la pelo valor do Strike da F24 que é R$ 23,58.
Nesse caso vamos calcular o lucro:
Pagou R$ 22,64 e venderá por R$ 23,58 lucrando 4,15% no período de 38 dias corridos (13/05/2011 a 20/06/2011) transformando essa taxa para o equivalente ao mês seria 3,26% o que corresponde a aproximadamente 4 meses de uma aplicação em renda fixa.
Sim, mas e se a cotação da Petr4 for para baixo o que acontecerá com nosso exemplo?
Vamos imaginar que a ação Petr4 no dia do vencimento esteja valendo apenas 23,00 ou 22,00 o nosso investidor não será exercido no contrato, continuará comprado a R$ 22,64 (23,54 menos os 0,90) ficará coma as ações na custódia para uma nova operação na série seguinte.
Risco a ser analisado:
Se o papel for pra cima e superar os R$ 23,58 o investidor já sabe quando vai ganhar, mas e se o papel for bem pra baixo?
Ele estará confortável em ficar comprado a R$ 22,64 vendo o papel a R$ 21,00 no mercado?
Essas perguntas só cabem ao investidor que está analisando a operação e devem ser todas respondidas antes da montagem da operação.
Algumas considerações sobre a Petrobrás (Petr4):
Em 13/05/2011 o VPA (Valor patrimonial da ação) estava no balanço a R$ 24,13, isso quer dizer que o papel no mercado de bolsa está sendo vendido abaixo do Valor patrimonial o que muitos analistas consideram um bom preço.
Tem um dado que alguns analistas fundamentalistas gostam de analisar que é o P/VPA Preço atual dividido pelo VPA se esse estiver menor que 1 a empresa está “teoricamente” barata, e em 13/05/2011 esse número era 0,98 e se o papel for a R$ 22,64 esse número seria ainda melhor R$ 0,94.
O investidor estaria “protegido” de uma queda no papel apenas até R$ 22,64 (23,54 menos 0,90) depois disso se a cotação do papel continuar a cair ele estaria sem nenhuma proteção, por isso cada operação deve ser muito bem ponderada antes da sua montagem.
Não fiz aqui uma recomendação de operação, apenas tentei mostrar a muitos investidores de renda fixa que existem algumas operações em bolsa de valores que ele pode ponderar riscos aceitáveis ou não antes de montar a operação.
Espero ter esclarecido um pouco aos amigos leitores.
Boa Sorte!
Fontes.
sábado, 14 de maio de 2011
Entenda a Volatilidade das ações no curto prazo.
Vou pegar como exemplo a empresa Vale.
Sua composição acionária é:
Vale5 (PNA) 2.108.579.618 ações.
Vele3 (ON) 3.256.724.428 ações.
Total ON + PN = 5.365.304.100
Vamos estudar e procurar entender a volatilidade diária apenas das PNAs (VALE5).
Das 2.108.579.618 ações, estão em tesouraria 99.649.562 ficando em circulação apenas
2.008.930.056.
Na sexta feira 13/05/2011 a ação VALE5 fechou no valor de R$ 42,30 com queda de 1,74% e com um volume negociado nesse dia de R$ 648.000.000,00, como o Preço médio das ações negociadas nesse dia foi de R$ 42,44 faremos uma conta simples.
R$ 648.000.000,00 dividido por R$ 42,44 = 15.268.614 ações trocaram de mãos entre investidores nessa sexta feira do estudo.
Essas 15.268.614 ações que mudaram de mãos correspondem a apenas 0,76% do total de ações (PNA) em circulação que é 2.008.930.056.
Agora fica claro que as oscilações de curto prazo não deve preocupar o investidor que sabe a qualidade das ações que está colocando em sua carteira de longo prazo.
Tomando como base 100 como o número total de ações em circulação 0,76% = 0,76 que perdeu 1,74% que é 0,0132240% do todo.
Boa Sorte!!
Fontes.
Sua composição acionária é:
Vale5 (PNA) 2.108.579.618 ações.
Vele3 (ON) 3.256.724.428 ações.
Total ON + PN = 5.365.304.100
Vamos estudar e procurar entender a volatilidade diária apenas das PNAs (VALE5).
Das 2.108.579.618 ações, estão em tesouraria 99.649.562 ficando em circulação apenas
2.008.930.056.
Na sexta feira 13/05/2011 a ação VALE5 fechou no valor de R$ 42,30 com queda de 1,74% e com um volume negociado nesse dia de R$ 648.000.000,00, como o Preço médio das ações negociadas nesse dia foi de R$ 42,44 faremos uma conta simples.
R$ 648.000.000,00 dividido por R$ 42,44 = 15.268.614 ações trocaram de mãos entre investidores nessa sexta feira do estudo.
Essas 15.268.614 ações que mudaram de mãos correspondem a apenas 0,76% do total de ações (PNA) em circulação que é 2.008.930.056.
Agora fica claro que as oscilações de curto prazo não deve preocupar o investidor que sabe a qualidade das ações que está colocando em sua carteira de longo prazo.
Tomando como base 100 como o número total de ações em circulação 0,76% = 0,76 que perdeu 1,74% que é 0,0132240% do todo.
Boa Sorte!!
Fontes.
sexta-feira, 25 de março de 2011
JSCP Petrobrás (Petr4 e Petr3) 2011
Quem dormiu comprado em ações da Petrobrás (Petr3 e Petr4) no dia 21/03/2011 terá direito a JSCP (juro sobre capital próprio).
O valor por ação será R$ 0,17, porém será descontado o valor da correção das parcelas anteriores R$ 0,0207 ficando líquido antes do IR (Imposto de renda) R$ 0,14793 por ação em custódia.
Como é JSCP será retido na fonte 15% de IR, ficando líquido depois do IR R$ 0,12574, esse valor terá correção pela SELIC e o crédito deverá entrar na conta do acionista até o dia 30/04/2011, mas geralmente entra antes.
Data IN 21/03/2011 Segunda feira.
Data EX 22/03/2011 Terça feira.
Lembrando aos investidores que fazem venda coberta de opções que os Strikes sofreram desconto de R$ 0,13 exatamente na data EX 22/03/2011 façam novamente suas contas sobre taxas de retorno do investimento com os devidos lançamentos cobertos.
O investidor deveria reaplicar os proventos recebidos em novas ações, melhorando assim a performance de sua carteira no longo prazo.
Não esqueça que o trabalho “pesado” no longo prazo quem faz é o Juro sobre juro, você deve o ajudar reaplicando os proventos recebidos.
Boa Sorte!
Fontes.
O valor por ação será R$ 0,17, porém será descontado o valor da correção das parcelas anteriores R$ 0,0207 ficando líquido antes do IR (Imposto de renda) R$ 0,14793 por ação em custódia.
Como é JSCP será retido na fonte 15% de IR, ficando líquido depois do IR R$ 0,12574, esse valor terá correção pela SELIC e o crédito deverá entrar na conta do acionista até o dia 30/04/2011, mas geralmente entra antes.
Data IN 21/03/2011 Segunda feira.
Data EX 22/03/2011 Terça feira.
Lembrando aos investidores que fazem venda coberta de opções que os Strikes sofreram desconto de R$ 0,13 exatamente na data EX 22/03/2011 façam novamente suas contas sobre taxas de retorno do investimento com os devidos lançamentos cobertos.
O investidor deveria reaplicar os proventos recebidos em novas ações, melhorando assim a performance de sua carteira no longo prazo.
Não esqueça que o trabalho “pesado” no longo prazo quem faz é o Juro sobre juro, você deve o ajudar reaplicando os proventos recebidos.
Boa Sorte!
Fontes.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
JSCP Vale 2011
Vale distribuirá remuneração extraordinária ao acionista.
Quem dormiu comprado em papeis da Vale (Vale3 e Vale5) na data de 14/01/2011 receberá por ação em custódia o valor de R$ 0,320048038.
Como esse provento é JSCP (Juro sobre capital próprio) tem incidência de 15% de IR (imposto de renda) ficando líquido para o investidor o valor de R$ 0,272040832 por papel.
O Crédito está previsto para o dia 31/01/2011.
Data IN 14/01/2011
Data EX 17/01/2011
Sempre é bom lembrar que o investidor deve reaplicar os proventos em novas ações, melhorando assim a performance de sua carteira, pois é de conhecimento de todos que o Juro composto faz “milagre” no longo prazo.
Boa Sorte!
Fontes.
Quem dormiu comprado em papeis da Vale (Vale3 e Vale5) na data de 14/01/2011 receberá por ação em custódia o valor de R$ 0,320048038.
Como esse provento é JSCP (Juro sobre capital próprio) tem incidência de 15% de IR (imposto de renda) ficando líquido para o investidor o valor de R$ 0,272040832 por papel.
O Crédito está previsto para o dia 31/01/2011.
Data IN 14/01/2011
Data EX 17/01/2011
Sempre é bom lembrar que o investidor deve reaplicar os proventos em novas ações, melhorando assim a performance de sua carteira, pois é de conhecimento de todos que o Juro composto faz “milagre” no longo prazo.
Boa Sorte!
Fontes.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
JSCP do Itauunibanco
Os investidores que dormirem comprados em ações do banco Itauunibanco, códigos ITUB3 e ITUB4 no dia 30/12/2010 terão direito a JSCP (Juro sobre capital próprio).
O Valor por ação é R$ 0,2150, porém será retido na fonte Imposto de renda (IR) de 15% R$ 0,03225 entrarão no financeiro R$ 0,18275 por ação.
O crédito está previsto para o dia 30/04/2011, mas geralmente antecipam.
Data IN 30/12/2010
Data EX 03/01/2011
Lembrando que o ideal é reaplicar os proventos em novas ações para melhorar a performance de sua carteira no longo prazo, ajudando o Juro composto fazer o trabalho "pesado" para seu investimento.
Façam seus planos e Boa Sorte!
Fontes.
O Valor por ação é R$ 0,2150, porém será retido na fonte Imposto de renda (IR) de 15% R$ 0,03225 entrarão no financeiro R$ 0,18275 por ação.
O crédito está previsto para o dia 30/04/2011, mas geralmente antecipam.
Data IN 30/12/2010
Data EX 03/01/2011
Lembrando que o ideal é reaplicar os proventos em novas ações para melhorar a performance de sua carteira no longo prazo, ajudando o Juro composto fazer o trabalho "pesado" para seu investimento.
Façam seus planos e Boa Sorte!
Fontes.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Aluguel de ações.
Poucos investidores sabem que é possível ser doador ou tomador de aluguel em ações.
Vamos imaginar que um investidor tem uma carteira de ações e independente se esses papeis vão subir ou cair ele não quer desfazer de sua carteira, quer continuar por muito tempo com os papeis na carteira recebendo os proventos (dividendos e JSCP) pagos pelas empresas todo ano.
Ele pode ser doador em um contrato de aluguel e tirar uma graninha extra para juntar com os proventos e aumentar o rendimento anual de sua carteira de ações.
E porque algum investidor tem interesse em ser tomador do aluguel do doador acima?
Resposta: Porque esse tomador acredita que o mercado vai cair e ele pode tirar um lucro dessa operação, pois ele toma as ações em aluguel, vende a mercado e se realmente o papel cair de preço como ele espera, recompra e devolve ao doador do aluguel ficando com a diferença entre o preço de venda e o de compra.
O preço do contrato é firmado entre o doador e o tomador levando em conta a quantidade e preço que o papel estiver no mercado no memento da assinatura do contrato.
O doador do aluguel recebe um percentual geralmente estipulado ao ano e que será equivalente ao período que durar o contrato.
O pagamento pelo aluguel se dará no vencimento do contrato, onde o tomador devolve as ações ao doador e paga pelo período contratado.
A validade do aluguel dura no mínimo 1 dia, mas os contratos mais comuns são de 30, 60 e 90 dias podendo ser renovados por prazos maiores, a taxa paga pelo tomador ao doador vai variar de acordo com o ativo e a demanda pelo aluguel, quanto mais pessoas acreditarem na queda dos preços dos ativos maior será a demanda e taxa do aluguel.
Veja um exemplo:
Quem alugou ações ON da Petrobrás entre os dias 15 de setembro e 5 de outubro de 2010 pagaram uma taxa média de 8,46% ao ano e por volta do dia 18 de outubro a demanda caiu levando essa taxa para perto de 0,54% ao ano.
Uma pequena empresa como a Refinaria de Manguinhos o contrato saía em média a 19,68% ao ano em outubro de 2010.
O tomador do aluguel deposita garantias para provar que poderá honrar com o compromisso de recomprar os papeis e devolver ao doador. Essas garantias são calculadas diariamente de acordo com a valorização ou desvalorização do ativo em questão.
Há três tipos de contrato de aluguel:
- Reversível ao tomador: Nesse contrato o tomador pode encerrar o contrato a qualquer momento e devolver as ações.
- Reversível ao doador: Nesse caso o doador pode encerrar a qualquer momento, havendo um prazo de 4 dias úteis para a devolução dos papeis.
- Vencimento fixo: Não é possível encerrar o contrato antes do prazo determinado.
Quem tem interesse em alugar ações deverá ligar na sua corretora que a mesma se encarregará de procurar doadores para os tomadores e tomadores para doadores.
Boa Sorte!
Fontes.
Vamos imaginar que um investidor tem uma carteira de ações e independente se esses papeis vão subir ou cair ele não quer desfazer de sua carteira, quer continuar por muito tempo com os papeis na carteira recebendo os proventos (dividendos e JSCP) pagos pelas empresas todo ano.
Ele pode ser doador em um contrato de aluguel e tirar uma graninha extra para juntar com os proventos e aumentar o rendimento anual de sua carteira de ações.
E porque algum investidor tem interesse em ser tomador do aluguel do doador acima?
Resposta: Porque esse tomador acredita que o mercado vai cair e ele pode tirar um lucro dessa operação, pois ele toma as ações em aluguel, vende a mercado e se realmente o papel cair de preço como ele espera, recompra e devolve ao doador do aluguel ficando com a diferença entre o preço de venda e o de compra.
O preço do contrato é firmado entre o doador e o tomador levando em conta a quantidade e preço que o papel estiver no mercado no memento da assinatura do contrato.
O doador do aluguel recebe um percentual geralmente estipulado ao ano e que será equivalente ao período que durar o contrato.
O pagamento pelo aluguel se dará no vencimento do contrato, onde o tomador devolve as ações ao doador e paga pelo período contratado.
A validade do aluguel dura no mínimo 1 dia, mas os contratos mais comuns são de 30, 60 e 90 dias podendo ser renovados por prazos maiores, a taxa paga pelo tomador ao doador vai variar de acordo com o ativo e a demanda pelo aluguel, quanto mais pessoas acreditarem na queda dos preços dos ativos maior será a demanda e taxa do aluguel.
Veja um exemplo:
Quem alugou ações ON da Petrobrás entre os dias 15 de setembro e 5 de outubro de 2010 pagaram uma taxa média de 8,46% ao ano e por volta do dia 18 de outubro a demanda caiu levando essa taxa para perto de 0,54% ao ano.
Uma pequena empresa como a Refinaria de Manguinhos o contrato saía em média a 19,68% ao ano em outubro de 2010.
O tomador do aluguel deposita garantias para provar que poderá honrar com o compromisso de recomprar os papeis e devolver ao doador. Essas garantias são calculadas diariamente de acordo com a valorização ou desvalorização do ativo em questão.
Há três tipos de contrato de aluguel:
- Reversível ao tomador: Nesse contrato o tomador pode encerrar o contrato a qualquer momento e devolver as ações.
- Reversível ao doador: Nesse caso o doador pode encerrar a qualquer momento, havendo um prazo de 4 dias úteis para a devolução dos papeis.
- Vencimento fixo: Não é possível encerrar o contrato antes do prazo determinado.
Quem tem interesse em alugar ações deverá ligar na sua corretora que a mesma se encarregará de procurar doadores para os tomadores e tomadores para doadores.
Boa Sorte!
Fontes.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Novo JSCP da Petrobrás.
A Petrobrás decidiu no dia 13/12/2010 que pagará R$ 0,20 por ação referente à JSCP (Juros sobre capital próprio).
Terão direito a esse provento os acionistas investidores que dormirem comprados nos papeis Petr3 e Petr4 na data de 21/12/2010.
O crédito está previsto pra acontecer até o dia 30/12/2010, geralmente estão efetuando o crédito antes da data prevista.
Será descontado R$ 0,03 referente à IRRF (imposto de renda retido na fonte) e entrará liquido na conta do acionista o valor de R$ 0,17 por papel.
Sempre que possível o acionista deve reaplicar os proventos (dividendos, JSCP) em novas ações, dando assim uma ajuda ao trabalho dos Juros compostos que no longo prazo é determinante para o aumento do capital investido.
Boa sorte!
Fontes.
Terão direito a esse provento os acionistas investidores que dormirem comprados nos papeis Petr3 e Petr4 na data de 21/12/2010.
O crédito está previsto pra acontecer até o dia 30/12/2010, geralmente estão efetuando o crédito antes da data prevista.
Será descontado R$ 0,03 referente à IRRF (imposto de renda retido na fonte) e entrará liquido na conta do acionista o valor de R$ 0,17 por papel.
Sempre que possível o acionista deve reaplicar os proventos (dividendos, JSCP) em novas ações, dando assim uma ajuda ao trabalho dos Juros compostos que no longo prazo é determinante para o aumento do capital investido.
Boa sorte!
Fontes.
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